Quando César Cielo anunciou que estaria ausente do Troféu José Finkel e outros atletas admitiram não estar no auge da forma, muitos acreditavam que o nível do campeonato brasileiro de 2009 estaria comprometido. Mas a natação brasileira, uma vez mais, comprova estar em grande evolução, e mesmo após o Mundial, onde todos os atletas chegaram ao ápice de sua preparação, alguns atletas demonstram que a técnica supera todos os cansaços possíveis e naturais.
Isso é o que comprova, os resultados das primeiras provas realizadas. Faltando ainda as provas de sábado e de domingo para o término da competição, já se viu uma enxurrada de recordes sendo batidos. Nenhuma nova marca mundial foi, até então, estabelecida, é certo. Mas os melhores tempos do campeonato, do Brasil e até do continente estão caindo em profusão, o que demonstra que o campeonato não está assim tão esvaziado quanto se esperava.
Na manhã dessa sexta, foi a vez de Nicholas Santos (foto) quebrar o recorde Sul Americano dos 50 metros borboletas, estabelecendo o 5º melhor tempo do mundo no ano, melhorando em 13 centésimos de segundos, o tempo que lhe rendeu a oitava colocação, nessa mesma prova, no Mundial de natação, disputado recentemente em Roma.
Nicholas já havia quebrado o recorde do campeonato nas eliminatórias dos 50 livre, 21s77, tempo muito próximo ao que lhe garantia a 7ª colocação no Mundial de Roma. Mas ele não está sozinho. Dynara de Paula foi a primeira brasileira a nadar os 50 metros livres em menos de 25s no ano, o que lhe garantiria o 12º melhor tempo do mundial de Roma, ou seja, teria disputado a semi-final e a final B.
Foram tantos recordes que houve espaço até para atletas não olímpicos, até então desconhecidos, aparecerem. É o caso de Glauber Silva. O atleta se quer foi ao Mundial e, na manhã de ontem, estabeleceu a 15ª melhor marca do ano para os 50 metros borboleta, 23s31.


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